E assim brotam os primeiros versos
Depois de aliviada a mente, sem força, com delicadeza mas nem tanto.
Quebrando todas as regras, até as da paranóia.
Ganhar de si e começar algo
Do baú.
Dor de cabeça por causa desse perfume entrando em meus pulmões, entenda como algo apaixonado, ou qualquer coisa, eu não ligo.
Melhor dizer aqui antes que me esqueça.
Gradualmente vamos fazendo a transição.
A imagem muda, focaliza, aproxima depois amplia, e se perde.
Tome cuidado com esse paraíso, ou se aventure, agora realmente digo que estou ligando, à cobrar, para minha memória.
Só para avisar que me perdi enquanto escrevia isso, e gostaria de lembrar o que iria dizer.
Com letra bonita e tudo, lá vai.
Vorazes voláteis. Grande Júlio Verne...
Voltei depois de uma pausa com direito a comida, música e o que há de melhor.
Falar da realidade, imaginação, portas da percepção... Isso já encheu o saco.
Parece que agora vou poder falar o que queria, por enquanto ainda não tenho distrações e descobri que ninguém comeu interfone nenhum.
Porra, vamos ao trabalho, se não era melhor nem ter começado.
Enfim, o que queria realmente falar depois desse realismo barato e cotidiano, era explicar o motivo desse texto sem lógica e sequência, igual nossa cabeça.
Escrevo quando quero conversar, e as paredes já não conseguem me ouvir.